“Origo” parte da ideia de começo, da pintura no seu estado mais primitivo. A partir de cores da terra, gestos essenciais e marcas que evocam as primeiras formas de arte a obra reinterpreta visualmente formas antigas através de uma linguagem contemporânea.
Cada mancha, cada fragmento, pode-se tornar o começo de uma história, abrindo espaço para pensar a origem, da arte, da memória e do impulso de representar o mundo.