Foi sempre assim. As cidades erguem-se e caiem. O mundo vai-se fraturando e curando. No início e no final, bem no centro, estarão sempre as conversas. Das que afastam às que aproximam, das superficiais às profundas, nada dá mais sentido ao mundo do que duas janelas que se abrem para um diálogo e uma boa conversa na intimidade da sombra de uma árvore.